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Conferência “Memória das Migrações”.

Consulado Geral de Portugal em Paris
1 de junho de 2017 às 18h30


Conferência  “Memória das Migrações”.

A Associação Memória das Migrações, com o apoio do Consulado Geral de Portugal em Paris, promove no próximo dia 1 de junho pelas 18h30 nos salões Eça de Queirós do Consulado Geral de Portugal em Paris, uma Conferência intitulada “Memórias das Migrações”.

Este evento contará ainda com a inauguração da exposição “Azul de Portugal” de Mário Cantarinha, que estará patente no espaço Nuno Júdice, deste posto consular, até ao próximo dia 28 de junho.

 

“A experiência migratória não é uma realidade própria da nossa era, foi desde o início da história da humanidade algo que se praticou, que se viveu.

Memórias são experiências, são factos vividos, conservados, guardados, preservados em mente e outros suportes materiais, para mais tarde lembrar, relembrar, contar, comunicar e principalmente transmitir.

 Conservar e transmitir memórias, ou seja factos passados, são contributos importantes de todos nós para que se possa compreender e escrever a história de um povo, de um país, da humanidade: a nossa História.”

Lurdes Rodrigues – Associação Memória das Migrações

 

Esta conferência contará com intervenções de:

 Maria Beatriz Rocha-Trindade, Socióloga doutorada pela Universidade de Paris V (Sorbonne) e Agregada pela Universidade Nova de Lisboa (FCSH), Nasceu em Faro, e mudou-se para Lisboa para prosseguir os estudos. Licenciou-se em Ciências Antropológicas e Etnológicas no Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina (ISCSPU) da Universidade Técnica de Lisboa. Residiu em França, entre 1965 a 1970 É autora de uma vasta bibliografia sobre matérias relacionadas com as migrações e tem sido colaboradora habitual e referee de revistas científicas internacionais neste domínio é membro de diversas organizações científicas portuguesas e estrangeiras. É titular da Ordre National du Mérite, de França, com o grau de Chevalier, e da Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, de Portugal.

Gérald Bloncourt, fotojornalista, escritor, poeta e colaborador de jornais de referência no campo social e sindical, Le travail de Gérald et plus particulièrement ses photographies de l’exil portugais réalisées entre 1954 et 1974, des Pyrénées aux bidonvilles parisiens, résonnent dans notre quotidien. Ces photos ont contribué à transmettre une mémoire pour laquelle il n'y avait que très peu d'images. Plusieurs fois accrochées dans de grands musées nationaux, elles sont publiées dans “Le regard engagé, avec les fils des grands découvreurs », livre paru  aux éditions Converso.

Felicia Glória da Assunção Pailleux, Presidente da Associação Liga dos Antigos Combatentes de Lillers, Porta-guião da Liga dos Combatentes.Com 91 anos, Felícia Glória da Assunção-Pailleux, filha de um soldado português, é um símbolo do Corpo Expedicionário Português que combateu no norte de França durante a I Guerra Mundial, e mantém viva, até hoje, a memória do pai. O seu pai, João Manuel da Costa Assunção, era serralheiro em Portugal quando, com 22 anos, deixou o país para se juntar ao Corpo Expedicionário no norte de França. Foi um dos sobreviventes da Batalha de La Lys, em 1918, que aconteceu na sequência da ofensiva alemã contra as forças britânicas, nas quais se encontrava inserido o Corpo Expedicionário Português. Ajudada nesta cruzada pela memória, por sua neta:  Aurore Rouffelaers, Guide National de Conférences et Directrice de l’agence de guides Trott’in Nord

 

 


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